Sexta-feira, 28 de Outubro de 2011

PJIA 5: Japan and Lusophone Africa

Pedro Seabra, "Japan and Lusophone Africa: tepid outcomes, greater opportunities?" (Portuguese Journal of International Affairs, No. 5, Spring/Summer 2011): 9-23.

 

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publicado por IPRIS às 19:26
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Terça-feira, 14 de Junho de 2011

IPRIS Viewpoints 63

The Portuguese-speaking African countries and regime change in Libya

Paulo Gorjão

As far as the Portuguese-speaking African countries are concerned, Angola's foreign policy will benefit from the Libyan regime change, Cape Verde and Mozambique will be able to live with it, while Guinea-Bissau and São Tomé and Príncipe will inevitably end up paying the bill.


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publicado por IPRIS às 18:29
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Terça-feira, 22 de Março de 2011

Portugal e os PALOP: uma estratégia de tenaz incompleta

Paulo Gorjão

 

No espaço de duas semanas, primeiro o ministro da Defesa, Augusto Santos Silva, e depois o ministro dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado, deslocaram-se a Maputo em visita oficial, onde se reuniram com os seus homólogos, Filipe Nyusi e Oldemiro Balói, respectivamente. Estes encontros antecedem e visam preparar a primeira cimeira bilateral entre Portugal e Moçambique que, salvo imprevisto de última hora, terá lugar em Lisboa ainda no primeiro semestre de 2011.

Depois de Cabo Verde em 2010, Moçambique é o segundo País Africano de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) com que Portugal se prepara para estabelecer cimeiras bilaterais regulares. O terceiro, em circunstâncias normais, será Angola, muito possivelmente em 2012.

Nos últimos anos, Portugal tem vindo a apostar no aprofundamento e na consolidação das relações com os países de língua portuguesa, não só para colher os benefícios que daí resultam no plano bilateral, mas também noutros tabuleiros, nomeadamente no europeu. As relações privilegiadas de Portugal com os países de língua portuguesa são uma mais valia importante no plano europeu, tal como o facto de Portugal ser um Estado-membro da União Europeia (UE) é um trunfo relevante nas relações com os países de língua portuguesa.

Como é óbvio, Portugal joga as suas cartas nos diferentes tabuleiros, procurando tirar delas o máximo proveito. Nesse âmbito, a instituição de cimeiras bilaterais regulares, nomeadamente com Moçambique, é uma excelente notícia. A estratégia portuguesa, porém, permanece incompleta, sem que se perceba o motivo. Como já aqui se referiu, o facto de Portugal ser membro da UE é um elemento que lhe confere valor acrescentado junto dos PALOP. Todavia, para valorizar mais ainda a sua posição, Portugal deveria seguir uma estratégia de tenaz e apostar igualmente no aprofundamento das suas relações com os Estados africanos mais relevantes para os PALOP. Acontece que, por exemplo, as relações bilaterais de Portugal com a África do Sul e com a Nigéria, tanto no plano político como no económico, bilateral e multilateralmente, estão muito aquém não só daquilo que seria possível como também do que seria desejável.

Isto dito, mesmo sem uma estratégia de tenaz eficaz, urge fortalecer, tanto quanto possível, as relações bilaterais entre Portugal e os PALOP. Naturalmente, Moçambique não é Angola e a relação bilateral com Portugal terá sempre características diferentes. Em todo o caso, há um vasto leque de oportunidades que o aprofundamento da cooperação bilateral vem reforçar e incentivar.

“Há um antes e um depois desta cimeira [com Cabo Verde]”, salientava o primeiro-ministro José Sócrates em Junho do ano passado. Tal como aconteceu com Cabo Verde, também no caso de Moçambique haverá um antes e um depois da cimeira que terá lugar nos próximos meses. A eventual mudança de governo em Portugal em nada alterará a orientação da política externa portuguesa. Quanto muito, a cimeira terá de ser adiada por alguns meses e não mais do que isso.

 

(Artigo publicado hoje no i.)

 

 

publicado por IPRIS às 21:14
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Segunda-feira, 28 de Fevereiro de 2011

IPRIS Viewpoints 39

A safe bet: Portuguese Technical-Military Cooperation with Lusophone Africa

Pedro Seabra

How effectively is TMC used in the prosecution of Portuguese foreign policy? In other words, is it considered a worthy bargaining chip in any eventual dispute or are the relations with these countries so far advanced, that any fallback would likely be hard to achieve? The answer lies precisely with the specific nature of this kind of cooperation. As it so happens, military ties of this sort are usually extremely resilient to any political mood swing and tend to endure in time, especially so when the official discourse wears down and the public novelty fades away. In this context, the example of Guinea-Bissau comes to mind, as it is a constant reminder of how pressing security needs can rapidly overcome political breakdowns, stalemates or indecisions. Portugal's continuing interest and TMC efforts in the case of Guinea-Bissau are therefore proof that these situations are not so easily reduced to an 'all or nothing' logic.

 

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publicado por IPRIS às 19:41
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