Terça-feira, 21 de Agosto de 2012

IPRIS Viewpoints 108

Mathias Hounkpe, "ECOWAS in Face of the Crises in Mali and Guinea-Bissau: A Double-Standard Dilemma?" (IPRIS Viewpoints, No. 108, August 2012).

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Segunda-feira, 30 de Abril de 2012

IPRIS Viewpoints 95

Paulo Gorjão and Pedro Seabra, "Guinea-Bissau: Can a Failed Military Coup be Successful?" (IPRIS Viewpoints, No. 95, May 2012).

 

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Quinta-feira, 15 de Março de 2012

IPRIS Lusophone Countries Bulletin: 2011 Review

Table of Contents:

 

Vasco Martins, "Angola in 2011: West Africa, Asia, and Security Exports"

Sean Goforth, "Brazil in 2011: Growing Pains"

Pedro Seabra, "Cape Verde in 2011: Turning Atypical into Typical"

David Zounmenou, "Guinea-Bissau in 2011: Between Stability and Uncertainties"

Kai Thaler, "Mozambique in 2011: Staying the Path"

Paulo Gorjão, "Portugal in 2011: The Downgrade of All Fears"

Gerhard Seibert, "São Tomé and Príncipe in 2011: Again Waiting for Better Times, With a New Old President"

Nuno Canas Mendes, "Timor Leste in 2011: The Prelude of a New Cycle?"

 

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Quarta-feira, 8 de Fevereiro de 2012

IPRIS Viewpoints 85

Pedro Seabra, "Guinea-Bissau: Presidential Election amidst Political Turmoil" (IPRIS Viewpoints, No. 85, February 2012).

 

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Quinta-feira, 11 de Agosto de 2011

IPRIS Viewpoints 71

Who wants to play the Russian roulette in Guinea-Bissau?

Paulo Gorjão

At a time when the wounds opened by the political and military crisis of April 2010 havee yet to heal, Guinea-Bissau once again lives days of unrest and political instability. Unlike what has happened in the last few years, Portugal does not have the political strength to once again support Guinea-Bissau in the EU, in the United Nations, and elsewhere. The Portuguese government could not afford it and, quite possibly, also would not want to do it again. Thus, Portugal should send a discreet but clear message to the local political players: if anyone wants to play Russian roulette, then they shall do it at their own risk, and must be prepared to accept the consequences.

 

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Terça-feira, 14 de Junho de 2011

IPRIS Viewpoints 63

The Portuguese-speaking African countries and regime change in Libya

Paulo Gorjão

As far as the Portuguese-speaking African countries are concerned, Angola's foreign policy will benefit from the Libyan regime change, Cape Verde and Mozambique will be able to live with it, while Guinea-Bissau and São Tomé and Príncipe will inevitably end up paying the bill.


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publicado por IPRIS às 18:29
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Terça-feira, 10 de Maio de 2011

IPRIS Lusophone Countries Bulletin 18

Table of Contents:
Vasco Martins, "Angola and the three Guineas: the friendly security provider"
Pedro Seabra, "From BRIC to BRICS: after the dust settles"
Kai Thaler, "Timor Leste and the g7+: A new approach to the security and development aid nexus"
Timeline of Events


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Terça-feira, 3 de Maio de 2011

A queda de Kadhafi e o equilíbrio de forças na África subsariana

Paulo Gorjão

 

A Gâmbia foi o primeiro país africano a reconhecer em Abril o Conselho Nacional de Transição (CNT), criado pelos rebeldes líbios em Fevereiro, como único representante legítimo da Líbia. A decisão da Gâmbia - um aliado de longa data na África ocidental de Muammar Kadhafi - tem sobretudo um valor simbólico, mas em todo o caso alerta para uma das facetas menos abordadas na mudança de regime em curso na Líbia: as suas implicações para a África subsariana, incluindo a lusófona.

Nas últimas duas décadas Kadhafi tem optado por uma estratégia de crescente afirmação na África subsariana, tanto no plano multilateral - por intermédio da União Africana (UA), na qual a Líbia é um dos membros mais influentes - como a nível bilateral.

A inevitável deposição de Kadhafi terá repercussões no âmbito da assistência financeira prestada por Trípoli e, por conseguinte, na orientação da política externa líbia para a África subsariana. Há uma forte probabilidade de o seu sucessor (oriundo do CNT ou com o seu aval) redefinir a política externa líbia, de modo a privilegiar as relações com a Europa, o Magrebe e o Médio Oriente, isto é, Norte e Este.

No âmbito da África subsariana, esta alteração estrutural tem como principais beneficiários a África do Sul e a Nigéria, uma vez que lhes permite reforçar a sua influência no continente africano. Recordo que não foi seguramente por acaso que estes dois países africanos, juntamente com o Gabão, votaram favoravelmente a Resolução 1973 do Conselho de Segurança da ONU, que autorizou a comunidade internacional a estabelecer uma zona de exclusão aérea na Líbia.

Um terceiro beneficiário será Angola, pelas mesmas razões, embora em menor grau. Em sentido contrário, nos países lusófonos, os grandes prejudicados serão a Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe, beneficiários regulares, nas últimas décadas, da ajuda financeira de Kadhafi. As relações de proximidade do presidente Malam Bacai Sanhá com Kadhafi são conhecidas e este em diversas ocasiões deslocou-se em visitas oficiais à Líbia. De igual modo, depois da insurreição militar de Abril de 2010, não passou despercebido que uma das primeiras deslocações do general António Indjai, um dos líderes das movimentações e actual CEMGFA, foi à Líbia, onde foi recebido pelo próprio Kadhafi.

O padrão de proximidade repete-se com São Tomé e Príncipe. Eleito em 2001, o presidente Fradique de Menezes visitou a Líbia nos últimos anos em várias ocasiões. O primeiro-ministro Patrice Trovoada, pouco depois de ter sido eleito, em Agosto de 2011, escolheu a Líbia como destino de uma das suas primeiras deslocações oficiais ao estrangeiro.

Para Bissau e São Tomé, a deposição de Kadhafi não tem apenas como consequência custos de natureza financeira. A mudança de regime na Líbia acarreta também custos políticos, uma vez que lhes retira espaço de manobra no relacionamento com terceiros, nomeadamente com Angola e com Portugal.

Quem diria, em retrospectiva, que a decisão de um cidadão tunisiano de se imolar pelo fogo daria lugar a uma sequência de acontecimentos que conduziria à queda de diversos líderes autoritários e que teria impacto indirecto em locais tão distintos como Abuja, Bissau, Luanda, Pretória ou São Tomé.

 

(Artigo publicado hoje no jornal i.)

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Sábado, 9 de Abril de 2011

IPRIS Viewpoints 49

Guinea-Bissau: bringing Angola into the fold

Pedro Seabra

Angola is being granted a chance to prove its worth in this drawn out geopolitical quagmire. As the driving forces behind this latest political-military surge abroad, one could easily mention the significant Angolan economic interests in the country -- the exploration of lucrative mineral bauxite easily comes to mind -- but regional considerations must also be taken into account. Clearly, Angola is no longer too coy to display the full extent of its increasing economic power, and thus seeks to firmly entrench its status within the wider African context with this timely intervention.

 

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publicado por IPRIS às 02:32
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Segunda-feira, 4 de Abril de 2011

IPRIS Lusophone Countries Bulletin: 2010 Review

Table of Contents:
"Angola: forging identity in foreign policy making", Vasco Martins
"Brazil: preparing for the dawn of a new era", Sean Goforth
"Cape Verde: a profilic year", Pedro Seabra
"Guinea-Bissau: still in the eye of the storm", David Zounmenou
"Mozambique: strength on the surface, but fissures emerging", Kai Thaler
"Portugal: punching above its weight", Paulo Gorjão
"São Tomé and Príncipe: promises and disappointments", Gerhard Seibert
"Timor Leste: recalling 2010, anticipating 2011", Reinaldo Saraiva Hermenegildo

 

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publicado por IPRIS às 12:03
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